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Atlas 1.0 diz Olá Mundo: uma nova infraestrutura digital para a natureza.

Em 2025 escalamos para meio milhão de hectares com nossa primeira versão. Agora, no segundo ano do Atlas, lançamos uma nova infraestrutura robusta para gerenciar o futuro do capital natural.

· Por Facundo Luis Menéndez · 6 min de leitura

Na Lemu, nossa missão é reverter a crise de perda de natureza com tecnologia de fronteira, para que a natureza seja um ativo mensurável, acionável e auditável.

Para resolver esse desafio criamos o Atlas: a plataforma que transforma capital natural em inteligência pronta para a decisão. Em 2025 lançamos o que chamamos internamente de “Atlas 0.1” (Beta). Sabíamos que, mesmo sendo uma primeira versão sólida, ela evoluiria rapidamente e mudaria quando mais organizações e pessoas a usassem no mundo real.

Depois de escalar de zero a meio milhão de hectares sob monitoramento ativo, confirmamos essa hipótese. Hoje, no nosso segundo ano de operação, damos o próximo passo com o “Atlas 1.0”.


TL;DR: a atualização em 5 pontos.

  • Evolução: Atualizamos o “Atlas 0.1” para o “Atlas 1.0” graças ao feedback dos nossos usuários. Nova interface responsiva, novos indicadores, Projetos Públicos e muito mais.
  • Inteligência coletiva: 50+ sessões de feedback, 80+ requisitos priorizados e 40+ pesquisas com nossos usuários.
  • Migração: entre 14 e 16 de abril de 2026. Sem downtime: mesmo link, mesmas credenciais, mesmas zonas, dados e achados.
  • Open Nature: A Arauco será o primeiro cliente a tornar públicos seus projetos no Atlas, estreando os indicadores SON (State of Nature).
  • Tecnologia: Apresentamos o protocolo Spacetime (4D) e preparamos o terreno para a Gaia AI: rigor científico com facilidade de uso.

Lemu Atlas®, em resumo.

É nossa infraestrutura central de Nature Intelligence. Ela permite às organizações:

  • Monitorar ativamente os ecossistemas ao longo do tempo, com métodos rastreáveis de ponta a ponta.
  • Gerenciar riscos e governança por meio de indicadores científicos que não precisam ser diluídos para serem úteis.
  • Mostrar impacto financeiro e ambiental auditável, reforçando que a natureza fortalece o negócio.
Atlas 1.0 em um monitor de mesa (interface em espanhol): o indicador Carbono de Biomasa Total (carbono total da biomassa) de uma zona, com resumo, série temporal e a zona delimitada sobre um mapa de satélite.

2025: um ano de números concretos.

2025 marcou o momento em que o Atlas passou de visão a ferramenta operacional. Acumulamos dados e os transformamos em evidência que substitui suposições na tomada de decisão.

O ano em números.

  • Escala do monitoramento: Passamos de zero a 499.642 hectares sob acompanhamento ativo.
  • Comunidade: 187 usuários em 25 organizações, em 7 países, já usam nossa inteligência.
  • Inteligência acionável: Geramos 92 achados: conclusões científicas defensáveis para planejamento e gestão de riscos.
  • Dimensões da natureza: Chegamos a 19 Indicadores-Chave que cobrem água, biodiversidade, carbono, clima, vegetação e riscos.
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Quer se aprofundar no nosso impacto? Veja o detalhe completo da nossa operação, dos gigapixels processados pelo Lemu Nge à biodiversidade observada.

Lemu in 2025: Our Year in Numbers

Um ano de escuta.

O Atlas 1.0 nasceu do uso real. Durante 2025 realizamos mais de 50 sessões de feedback com nossos usuários em dezenas de organizações, processamos mais de 80 requisitos priorizados e recebemos mais de 40 pesquisas de NPS e PMF. Esse processo nos permitiu entender com precisão o que as organizações precisavam para decidir melhor, e transformou cada sinal em uma melhoria concreta: navegação mais clara, indicadores mais acessíveis, uma arquitetura interna mais rápida e estável, e as bases tecnológicas para o Spacetime e a Gaia AI.

Mosaico de telas do Atlas 1.0 (interface em espanhol): indicadores como LemuRank, Forest Loss e avistamentos de espécies do GBIF, resumos de projeto e zona, e achados, cada um com seu mapa.

Próxima parada: a migração para o Atlas 1.0.

Para escalar esse impacto, precisamos de uma estrutura mais robusta. Por isso temos a alegria de anunciar o lançamento do Atlas 1.0.

Esta nova versão traz novos indicadores, novas funcionalidades e mais flexibilidade, tudo graças ao feedback que vocês mesmos nos deram para melhorar a plataforma. Vocês nos ajudaram a entender o que precisavam para decidir melhor, e o Atlas 1.0 é a resposta a essa escuta ativa.

💡
A migração será realizada entre 14 e 16 de abril de 2026. Você pode verificar sua versão do Atlas no seu Perfil de Usuário.

O que muda e o que continua igual.

Sabemos que a estabilidade é fundamental. Por isso desenhamos um processo em que a experiência melhora sem interromper seu fluxo de trabalho:

Característica

O que muda?

O que se mantém?

Interface (UI)

Nova navegação, mais clara e visual.

O link de acesso e as rotas atuais.

Estrutura

Hierarquia explícita: Org > Projeto > Zona.

Todos os dados históricos e relatórios.

Credenciais

Sem mudanças.

Seus usuários, senhas e permissões.

Achados

Agora têm página e formato visual próprios.

A validade científica de cada evidência.

Lógica interna

Motores de cálculo otimizados e mais velocidade.

A rastreabilidade dos seus indicadores.

Novas capacidades desde o primeiro dia.

O Atlas 1.0 tem um visual novo e também é a base para novas formas de medir a natureza. Desde o primeiro dia, todos os usuários verão melhorias, e alguns verão capacidades adicionais conforme sua organização:

  • Para todas as organizações: o Atlas 1.0 chega com uma experiência totalmente renovada para todos os usuários:
    • Nova interface redesenhada com navegação mais clara e intuitiva.
    • Nova hierarquia Org > Projeto > Zona para gerenciar vários territórios com mais clareza.
    • Design 100% responsivo para trabalhar em qualquer dispositivo, em qualquer lugar.
    • Carregamento mais rápido de mapas, indicadores e achados, graças a motores internos otimizados.
    • Achados com seção própria e um novo formato visual, mais rico.
    • Indicator Cards: documentos técnicos para baixar em PDF, com a lógica, as fontes de dados e os critérios de cada indicador, prontos para anexar a relatórios corporativos, auditorias ou marcos como TNFD ou GRI.
    • Projetos Públicos: agora você pode tornar sua organização pública no Atlas e compartilhar suas métricas de conservação com o mundo. Se quiser dar esse passo, fale com seu gerente de conta (KAM) para ativar.
  • Para “Demo Lemu”: estarão disponíveis os indicadores SON (State of Nature), além da integração de armadilhas fotográficas para visualizar a fauna.
  • Para “Arauco”: além do anterior, são habilitados os módulos de Bioacústica e DNA Ambiental (eDNA), levando o monitoramento da biodiversidade a um novo nível de precisão.
💡
Se você já é cliente, pode solicitar desde já o cálculo desses novos indicadores SON para seus projetos. Basta entrar em contato conosco.
Ilustração de cinco pessoas em pé sobre um globo, entre árvores e plantas, com um satélite em órbita à direita.

Open Nature, em movimento.

O Atlas 1.0 abre uma nova dimensão: a transparência radical.

O salto para a esfera pública.

Agora nossos clientes poderão tornar públicos seus projetos. A Arauco já tomou essa decisão e será a primeira a ousar compartilhar suas métricas de conservação com o mundo, estabelecendo um novo padrão de integridade corporativa.

Isso transforma o Atlas em um hub de líderes da economia positiva para a natureza, onde o impacto é medido internamente e também compartilhado para inspirar ação. A pergunta agora é: quem mais se junta para liderar com evidência?

Atlas no bolso: uma experiência 100% responsiva.

Sabemos que as decisões sobre a natureza nem sempre são tomadas atrás de uma mesa. Por isso, o novo Atlas é totalmente responsivo.

  • Para o usuário privado: Consulte indicadores no local ou mostre achados durante uma reunião, direto do seu smartphone.
  • Para o público em geral: Qualquer pessoa poderá explorar os projetos públicos (como os da Arauco) com uma experiência móvel fluida e rápida.
Uma mão segura um celular com o Atlas (interface em espanhol) mostrando um mapa de indicador do Parque Nacional Nonguén, no meio de uma floresta nativa.

Roadmap: de olho no futuro.

Este redesenho vai além do visual: é uma mudança de arquitetura. Implementamos novas lógicas internas que servirão de base para o que vem por aí.

Spacetime: a camada fundacional.

Sob a superfície, o Atlas 1.0 roda sobre o Spacetime, nosso novo protocolo de dados 4D {x, y, z, t}. A natureza não para, e o Spacetime nos permite organizar observações, modelos e indicadores para que sejam coerentes e comparáveis no tempo e no espaço, sustentando ao mesmo tempo a integridade científica e a velocidade operacional.

Spacetime
A foundational layer for Nature Intelligence

Graças a essa base, esperamos lançar novas funcionalidades por volta do último trimestre de 2026 ou início de 2027:

  • Gaia AI: Nossa inteligência artificial para consultas em linguagem natural (não ria) sobre seus dados de natureza. Rigor científico com facilidade de uso.
  • Comparação de Zonas e Análise de Projeto: Ferramentas avançadas para analisar o desempenho de diferentes territórios ao mesmo tempo, e ao longo do tempo.

FAQ: tudo o que você precisa saber.

Meu link de acesso vai mudar?
Não. Você continuará entrando pelo mesmo caminho de sempre.

Preciso mudar minha senha?
Não. Suas credenciais atuais e permissões de usuário continuam intactas.

Vou perder meus dados ou relatórios anteriores?
De forma alguma. A migração é de arquitetura e visualização; todas as suas informações históricas estão seguras e migradas para a nova lógica.

A plataforma vai parar de funcionar entre 14 e 16 de abril?
Não prevemos downtime. A migração será transparente e você poderá continuar operando normalmente.

Onde peço ajuda ou envio feedback?
Nossa equipe de suporte está pronta para ajudar você em support@le.mu.

Além disso, vamos estar muito atentos aos seus comentários quando você puser as mãos no novo Atlas 1.0. Sua experiência é o que nos ajuda a melhorar a cada dia.

Sobre o autor

Facundo Luis Menéndez Facundo Luis Menéndez
Atualizado em 2 de nov de 2026